O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, recebeu nesta quinta-feira (12), na Casa da Indústria, em Goiânia, representantes da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) para uma agenda institucional voltada à análise de indicadores fiscais, desenvolvimento municipal e qualificação profissional.
A
comitiva da Firjan foi formada pelo presidente Luiz Caetano; pelo
economista-chefe Jonathas Goulart; pela chefe de gabinete Márcia Guyt; e
pelo assessor Cesar Bedran. A apresentação técnica dos resultados do
Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) e do Índice Firjan de
Gestão Fiscal (IFGF), anos-base 2023 e 2024, foi conduzida por Goulart.
Indicadores e cenário fiscal
Pela manhã, os dados foram apresentados em reunião com o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel. Participaram, pelo Sistema Fieg, o vice-presidente Emílio Bittar; o superintendente da Fieg, Lenner Rocha; o superintendente do Sesi Goiás e diretor regional do Senai, Paulo Vargas; o superintendente do IEL, Humberto de Oliveira; Pedro Alves de Oliveira, representante do Conselho Fiscal e presidente emérito da Fieg; e os membros da diretoria executiva Heribaldo Egídio e José Divino Arruda.
O IFDM 2025 avaliou 5.550 municípios com base em emprego e renda, educação e saúde. Goiás registrou índice de 0,6328, acima da média nacional (0,6067). Goiânia alcançou 0,9438 no indicador de emprego e renda.
No IFGF, 36% dos municípios brasileiros encerraram 2024 em situação fiscal difícil ou crítica. Em Goiás, 70,8% obtiveram conceito bom ou excelente, com destaque para liquidez (0,7753) e gastos com pessoal (0,8029).
“Sem
gestão eficiente, não há competitividade nem investimento”, afirmou
André Rocha. Sandro Mabel defendeu maior flexibilidade nas regras
fiscais. “É preciso reorganizar o orçamento para ampliar a eficiência da
gestão”, disse.
Debate com setor industrial
À tarde, a Firjan reapresentou os indicadores às lideranças do Sistema Fieg. O encontro, conduzido por André Rocha, reuniu Emílio Bittar, presidentes de sindicatos industriais, Paulo Vargas, Lenner Rocha, Humberto de Oliveira, além de diretores, gerentes e representantes técnicos.
Segundo a Fieg, a
discussão relacionou os resultados fiscais e de desenvolvimento à
competitividade industrial e à capacidade de investimento dos municípios
goianos.
Formação profissional e indústria
Encerrando a programação, a comitiva visitou a Faculdade de Tecnologia Senai Ítalo Bologna e o Instituto Senai de Tecnologia (IST) em Automação, em Goiânia.
Pelo Sistema Fieg, participaram Lenner Rocha; Paulo Vargas; o diretor de Educação e Tecnologia do Sesi e Senai, Claudemir Bonatto; o gerente de Tecnologia e Inovação do Senai Goiás, Rolando Vargas; além de equipes técnicas. A apresentação foi conduzida por Joel Mário, gerente do IST em Automação, e pelo diretor da unidade, Dário de Siqueira.
Durante a visita, foram apresentados laboratórios, cursos de graduação e projetos de inovação voltados à formação de profissionais para a indústria. A Faculdade Ítalo Bologna foi a primeira unidade do Senai em Goiânia e integra a rede de educação profissional do Sistema Fieg.


