MBL celebra captura de Maduro e critica Lula por apoio a regime autoritário

Parlamentares criticam postura do governo Lula em relação à Venezuela e defendem alinhamento do Brasil com democracias e nações livres.

Parlamentares ligados ao Movimento Brasil Livre (MBL) manifestaram apoio à ação internacional que resultou na captura de Nicolás Maduro, líder do regime venezuelano acusado de anos de repressão política, fraudes eleitorais e violações sistemáticas de direitos humanos. Para os representantes do movimento, a operação marca um ponto de inflexão na história recente da América Latina.

Segundo os deputados, a captura de Maduro simboliza o encerramento de um ciclo de impunidade que, ao longo dos últimos anos, contribuiu para o colapso institucional, econômico e social da Venezuela, forçando milhões de cidadãos a deixarem o PAÍS em busca de sobrevivência.

A vereadora Amanda Vettorazzo (União-SP) afirmou que o episódio representa o fim de uma era marcada pelo fracasso e pela opressão.

“Maduro foi um desserviço ao povo venezuelano e ao mundo. Levou miséria, opressão e medo ao cenário internacional. Hoje, o mundo democrático respira mais tranquilo”, declarou.

Na mesma linha, o deputado estadual Guto Zacarias (União-SP) avaliou que a captura do ditador venezuelano abre caminho para a reconstrução democrática do PAÍS vizinho. Para ele, o momento também expõe a necessidade de uma revisão na condução da política externa brasileira.

“Defendemos que o Brasil retome uma política externa alinhada às nações livres, abandonando qualquer conivência com regimes autoritários”, afirmou o parlamentar.

As manifestações também trouxeram críticas diretas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acusado pelos integrantes do MBL de adotar uma postura leniente em relação a governos autoritários da América Latina. Para o grupo, o Brasil deve reassumir protagonismo internacional com base na defesa da democracia, das liberdades individuais e dos direitos humanos.

O tema reacende o debate sobre o posicionamento diplomático brasileiro e o papel do PAÍS no cenário internacional diante de regimes considerados ditatoriais. 


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