Na plenária de Gestão e Operações do Fórum E-Commerce Brasil 2025, Diego Barreto, CEO do iFood, compartilhou a visão da empresa sobre como tecnologia, cultura e estratégia se conectam para gerar escala, eficiência e impacto

Logística além dos dados: densidade e crescimento
Para Barreto, um erro comum é tratar a logística apenas como uma equação de entregas e tempo. “As pessoas olham para o lado errado ao pensar em logística”, afirmou. Ele argumenta que o setor deve ser um vetor de crescimento, e não apenas um centro de custos. “Sua operação sempre pode ser boa, mas o que a faz ser revolucionária é o seu tamanho, pois é a densidade que entrega o resultado real.”
Mais do que eficiência, o objetivo deve ser ambicioso. “Se o seu objetivo não for grande, ela não sai do lugar”, declarou, reforçando a necessidade de sonhar alto para transformar a logística em diferencial competitivo.
IA, decisões e execução: passo a passo e sem atalhos
O uso de inteligência artificial é central para o iFood prever atrasos, traçar rotas e garantir previsibilidade para clientes e entregadores. No entanto, o CEO alerta que o avanço tecnológico exige método. “Trabalhar com IA é trabalhar step-by-step, não existe modelo de IA que vá de A a Z.”
Nesse sentido, Barreto defende que inteligência é o caminho para crescer com regularidade. “Não dá pra fazer na força bruta. É necessário usar os dados, fazer investimentos certeiros e vantajosos.” Segundo ele, empresas devem refletir: “Você está gastando os seus recursos no que constrói vantagem competitiva? Se sim, seu negócio está no caminho certo, como um lutador que sabe onde golpear para vencer. Se não, você é um lutador de UFC, que bate e apanha na mesma medida”
Cultura organizacional: coerência do início ao fim
Além da tecnologia, a construção de uma cultura sólida foi apontada como peça-chave no crescimento do iFood. “Cultura é um sistema que deve funcionar de ponta a ponta”, disse, alertando que passar a cultura adiante é um processo difícil e nem todas as empresas sabem como fazer.
Para isso, é essencial acertar na entrada do time. “Acertar na entrada da equipe, com o mecanismo certo”. Com o time certo e alinhado desde o início, a cultura se consolida como vantagem operacional.
O entregador no centro: liberdade e previsibilidade
A fala de Barreto também destacou a relevância dos entregadores na engrenagem do iFood. “O driver do iFood que trabalha 5, 6 horas por dia ganha dois salários mínimos líquidos. Liberdade para escolher horário e previsibilidade na demanda são valores essenciais para o entregador.”
Como spoiler, Barreto anunciou a integração total entre iFood e Uber a partir de dezembro, o que deve ampliar ainda mais a capilaridade da operação.
Inovação com propósito e escala
Para o CEO, o futuro é de integração total, de ponta a ponta. Mas essa integração não pode ser construída com atalhos ou soluções genéricas. “Não opere com intermediários”, recomendou, defendendo que as pessoas dentro da empresa precisam entender profundamente os processos. “Tem que ter o pé no chão. Sonhe grande, entregue uma boa escala e vá pra rua pra alimentar o seu negócio”.
Na visão de Barreto, sonhar grande não é apenas um ato de ambição, mas um compromisso com a inovação: “Sonhar grande é o que te obriga a pensar na inovação”.

A apresentação, marcada por provocações diretas e reflexões práticas, mostrou como a operação logística do iFood se tornou uma referência no uso inteligente de dados, mas sem perder o olhar humano.
(Imagem: E-commerce Brasil)

Logística além dos dados: densidade e crescimento
Para Barreto, um erro comum é tratar a logística apenas como uma equação de entregas e tempo. “As pessoas olham para o lado errado ao pensar em logística”, afirmou. Ele argumenta que o setor deve ser um vetor de crescimento, e não apenas um centro de custos. “Sua operação sempre pode ser boa, mas o que a faz ser revolucionária é o seu tamanho, pois é a densidade que entrega o resultado real.”
Mais do que eficiência, o objetivo deve ser ambicioso. “Se o seu objetivo não for grande, ela não sai do lugar”, declarou, reforçando a necessidade de sonhar alto para transformar a logística em diferencial competitivo.
IA, decisões e execução: passo a passo e sem atalhos
O uso de inteligência artificial é central para o iFood prever atrasos, traçar rotas e garantir previsibilidade para clientes e entregadores. No entanto, o CEO alerta que o avanço tecnológico exige método. “Trabalhar com IA é trabalhar step-by-step, não existe modelo de IA que vá de A a Z.”
Nesse sentido, Barreto defende que inteligência é o caminho para crescer com regularidade. “Não dá pra fazer na força bruta. É necessário usar os dados, fazer investimentos certeiros e vantajosos.” Segundo ele, empresas devem refletir: “Você está gastando os seus recursos no que constrói vantagem competitiva? Se sim, seu negócio está no caminho certo, como um lutador que sabe onde golpear para vencer. Se não, você é um lutador de UFC, que bate e apanha na mesma medida”
Cultura organizacional: coerência do início ao fim
Além da tecnologia, a construção de uma cultura sólida foi apontada como peça-chave no crescimento do iFood. “Cultura é um sistema que deve funcionar de ponta a ponta”, disse, alertando que passar a cultura adiante é um processo difícil e nem todas as empresas sabem como fazer.
Para isso, é essencial acertar na entrada do time. “Acertar na entrada da equipe, com o mecanismo certo”. Com o time certo e alinhado desde o início, a cultura se consolida como vantagem operacional.
O entregador no centro: liberdade e previsibilidade
A fala de Barreto também destacou a relevância dos entregadores na engrenagem do iFood. “O driver do iFood que trabalha 5, 6 horas por dia ganha dois salários mínimos líquidos. Liberdade para escolher horário e previsibilidade na demanda são valores essenciais para o entregador.”
Como spoiler, Barreto anunciou a integração total entre iFood e Uber a partir de dezembro, o que deve ampliar ainda mais a capilaridade da operação.
Inovação com propósito e escala
Para o CEO, o futuro é de integração total, de ponta a ponta. Mas essa integração não pode ser construída com atalhos ou soluções genéricas. “Não opere com intermediários”, recomendou, defendendo que as pessoas dentro da empresa precisam entender profundamente os processos. “Tem que ter o pé no chão. Sonhe grande, entregue uma boa escala e vá pra rua pra alimentar o seu negócio”.
Na visão de Barreto, sonhar grande não é apenas um ato de ambição, mas um compromisso com a inovação: “Sonhar grande é o que te obriga a pensar na inovação”.