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Programas do Governo de Goiás são premiados em Brasília

Premiação reconhece ações que proponham melhoria da gestão pública e oferta de serviços à população (Foto: Edinan Ferreira)
Premiação reconhece ações que proponham melhoria da gestão pública e oferta de serviços à população (Foto: Edinan Ferreira)

 Por Juliana Carnevalli via Secretaria-Geral de Governo - Governo de Goiás

O Estudantes de Atitude, considerado um dos maiores programas de auditoria cívica do país, coordenado pela Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE/GO) em parceria com a Secretaria de Educação (Seduc), foi reconhecido no Prêmio de Boas Práticas do Consórcio Brasil Central 2023 como a melhor iniciativa na categoria "Educação".

Na categoria "Infraestrutura e Logística", o Governo de Goiás recebeu o 2° lugar com o programa de subsídio ao transporte coletivo na Região Metropolitana de Goiânia. O evento foi realizado na terça-feira (23/01), no Centro Empresarial CNC, em Brasília.

A premiação é promovida pelo Consórcio Brasil Central, que reúne governadores do Distrito Federal e de seis estados do Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país: Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Rondônia. A iniciativa reconhece ações que proponham a melhoria da gestão pública e da oferta de serviços à população.

O primeiro lugar de cada categoria ganhou o prêmio de R$ 20 mil do BRB, instituição parceira do Consórcio. O vencedor geral – Projeto Plataforma Unificada de Serviços Digitais para o Cidadão Mato-grossense – levou uma premiação de R$ 30 mil.

SUBSÍDIO AO TRANSPORTE COLETIVO

O projeto "Inclusão em Movimento: Efetivando a Política Social no Transporte Público da Região Metropolitana de Goiânia" ganhou o 2° lugar por garantir o congelamento da tarifa do transporte coletivo desde 2019.

A inscrição ao prêmio foi feita pela Subsecretaria de Políticas para Cidades, jurisdicionada à Secretaria-Geral de Governo (SGG). Receberam os certificados o superintendente da Região Metropolitana de Goiânia, Ricardo Ferreira de Sousa; a gerente de Políticas e Programas da Região Metropolitana de Goiânia, Elcileni de Melo Borges; e as analistas de projetos Gabriela Cândida Queluz e Rayna Chaves Teixeira.

Sousa disse que se sentiu honrado ao representar os demais servidores da pasta e frisou que o benefício do subsídio do transporte coletivo tem ganhado destaque nacional desde 2022, com outras premiações neste sentido.

"Estamos exportando essa ideia para todo o Brasil. Para que os passageiros não paguem um preço tão alto, foi fixada uma tarifa de R$ 4,30 por meio do subsídio", afirmou ele.

O Estado de Goiás repassa mais de R$ 12,4 milhões por mês para a manutenção do sistema. A tarifa do transporte coletivo (sistema único, incluindo o Eixo Anhanguera) custa R$ 4,30 para o usuário, e o valor do subsídio corresponde a R$ 3,2882. O valor total da tarifa chega a cerca de R$ 7,58.

O restante é custeado pelo Governo de Goiás e prefeituras de Goiânia, Aparecida de Goiânia e outros três municípios da Região Metropolitana: Goianira, Senador Canedo e Trindade. Sousa ressaltou que, graças ao subsídio, é possível oferecer à população benefícios como o da tarifa social, que garante gratuidade para idosos e estudantes, por exemplo.

PREMIAÇÃO

A segunda edição do prêmio recebeu 139 inscrições, a maioria apresentada pelo Estado de Goiás, com 31 projetos. Ao todo, são seis categorias. Além de infraestrutura e logística, também foram avaliados educação, desenvolvimento econômico, saúde pública, segurança pública e gestão pública.

O Prêmio visa incentivar a melhoria contínua nos serviços públicos e promover a troca de ideias inspiradoras entre estados. O Consórcio Brasil Central foi criado em 2015, com o objetivo de discutir assuntos de interesse em comum dos seus integrantes e ampliar a competitividade dos estados participantes e do DF.

O então presidente do Consórcio Brasil Central e governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, parabenizou todos os servidores premiados e os inscritos também. Ainda na terça-feira, o governador Ronaldo Caiado foi eleito novo presidente do Consórcio Brasil Central e sucedeu a Mendes no cargo.

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