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Geração própria de energia atinge 25 GW no Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 28/06/2023 - Paineis solares em predios no centro do Rio. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil
Custos da geração distribuída caem em junho - Rio de Janeiro (RJ), 28/06/2023 - Painéis solares de geração de energia fotovoltaica em prédios no centro do Rio. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Minas Gerais e São Paulo lideram na capacidade instalada de geração distribuída, com 3,3 GW cada



Por EPBR

As instalações de geração própria de energia no Brasil alcançaram, em novembro, 25 gigawatts (GW) de capacidade. Desse total, 24,8 GW vem de painéis solares montados em residências, prédios e terrenos.

O restante corresponde a centrais geradoras hidrelétricas, térmicas a biogás e biomassa e turbinas eólicas isoladas.

Com um crescimento de mais de 6 GW no ano de 2023, a geração distribuída responde por mais de 10% da produção de energia elétrica do país e cerca de 70% da capacidade solar, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD).

Atualmente, a geração própria de energia conta com 2,2 milhões de usinas de microgeração e minigeração distribuídas pelo país e 3,2 milhões de unidades consumidoras. A classe residencial lidera em potência instalada, com 12 GW, seguida pela comercial (7,2 GW), rural (3,7 GW) e industrial (1,8 GW).

Por estado, Minas Gerais e São Paulo ocupam o topo do ranking com 3,3 GW, cada. Rio Grande do Sul (2,5 GW) e PR (2,3 GW) vêm logo atrás.

Outros cinco estados também ultrapassam a marca de 1 GW: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Mais de 36 GW fotovoltaicos

O Brasil ultrapassou em novembro os 36 GW de capacidade instalada de energia solar fotovoltaica. Desse total, 25 GW são de sistemas de geração distribuídas e mais de 11 GW em usinas centralizadas.

Ranking: As 10 maiores usinas solares do Brasil
O último complexo fotovoltaico a entrar no ranking das maiores usinas do país foi Hélio Valgas (662 MWp), o quinto maior do Brasil, em Várzea da Palma, Minas Gerais.

A usina foi inaugurada em 9 de novembro pelo vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB).

O complexo, um empreendimento da Comerc Energia e da Vibra, teve investimentos de R$ 2 bilhões. A usina já tem quase a totalidade de sua capacidade produtiva alocada para a Liasa, companhia nacional que é uma das maiores produtoras de sílico metálico da América Latina.
Emerson Tormann

Técnico Industrial em Elétrica e Eletrônica com especialização em Tecnologia da Informação e Comunicação. Editor chefe na Atualidade Política Comunicação e Marketing Digital Ltda. Jornalista e Diagramador - DRT 10580/DF. Sites: https://etormann.tk e https://atualidadepolitica.com.br

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